Reprodução do Trichogaster leeri

•agosto 4, 2008 • Deixe um comentário

 

Texto e fotos: Rogério Suzart

Macho de Trichogaster leeri.

Macho de Trichogaster leeri.

Ficha técnica:

Espécie: Trichogaster leeri (Bleeker, 1852)
Nome popular: Gurami-pérola ou simplesmente Leri.
Origem: Sudoeste asiático (Malásia, Sumatra e Burma)
Temperatura ideal: 23 – 30ºC.
pH: 6,5-7,0
dH: 4 a 8º (mole, porém, sem grandes exigências)
Tamanho: 9-14 cm
Maturidade sexual: quando alcançam tamanho superior a cerca de 6,0 cm.
Alimentação: Onívoro
Comportamento: Pacífico e de nado lento

Dimorfismo sexual:

♂ : os machos, normalmente de corpo maior e mais esguio que as fêmeas, apresentam uma coloração alaranjada suave que se estende da boca até a nadadeira anal, têm nadadeiras dorsal e anal maiores, com os últimos raios da nadadeira anal mais desenvolvidos, formando uma bela fileira de finos fios tracejados de preto e branco.

♀ : as fêmeas são pouco menores que os machos, apresentam cores mais discretas (sem o forte laranja dos machos), são pouco menores e têm o corpo sutilmente arredondado, com a região ventral abaulada, além de nadadeiras arredondadas e com limites bem definidos.

Fêmea de Trichogaster leeri.

Fêmea de Trichogaster leeri.

Este lindo peixe é um dos meus peixes preferidos e mais indicados para aquários comunitários, pois, apesar de adquirir um tamanho considerável, tem uma boca diminuta, o que o torna incapaz de comer os peixes menores. Seu temperamento é pacífico e seu nado é suave e lento, não causando stress aos outros peixes do aquário.

Costumam permanecer essencialmente na superficie do aquário, pois como possuem o órgão labirinto característico dos Anabantídeos, respiram o ar de fora da água, motivo pelo qual não necessitam de aeração no aquário. Porém, são peixes curiosos e promovem expedições contínuas pelo aquário, onde exploram tudo ao seu redor com as suas nadadeiras pélvicas que são adaptadas em 2 filamentos utilizados como 2 “braços” independentes.

Sua reprodução é conseguida facilmente, e acontece na forma padrão dos Anabantídeos, com os machos construindo do ninho de bolhas, abraçando a fêmea e cuidados sozinho dos ovos e filhotes.

O aquário ideal para reprodução não precisa ter grandes dimensões, mas deve ter esconderijos como plantas flutuantes pedras etc., para a fêmea descansar do assédio do macho. O aquário de reprodução não necessita de filtragem ou aeração, visto que estes peixes respiram o oxigênio de fora da água e os equipamentos de aeração ou filtragem promovem movimentação na superfície da água, o que atrapalha ou mesmo impossibilita a construção do ninho para o depósito dos ovos.

Após a colocação do casal no aquário de reprodução, esta ocorre naturalmente após cerca de 5 a 30 dias, desde que os peixes tenham idade reprodutiva e estejam bem alimentados.

Inicialmente o macho constrói um ninho de bolhas na superfície da água com sua própria saliva. Normalmente os peixes constroem seu ninho em meio a plantas de superfície, troncos, cantos do aquário ou qualquer coisa que promovam alguma sustentação ou segurança ao ninho. Alguns criadores de Anabantídeos usam pequenos pedaços de saco plástico (de 10 x 10 cm) na superfície da água, sob os quais os peixes costumam fazer seus ninhos.

Após a construção do ninho, o macho persegue insistentemente a fêmea até que esta se dirija sob o ninho, onde o macho abraça a fêmea, forçando-a a expelir os ovos. Este processo se repete muitas vezes e em cada abraço a fêmea solta cerca de 5 a 30 ovos, que são coletados pelo macho com a boca e depositado no ninho. Normalmente a desova e compõe de 300 a 1000 ovos.

Ovos de Trichogaster leeri em ninho feito pelo macho.

Ovos de Trichogaster leeri em ninho feito pelo macho.

Ao final da desova a fêmea deve ser retirada do aquário de reprodução, pois será vista pelo macho como uma ameaça aos ovos. Assim, nesta ocasião o macho se torna violento com sua parceira e tenta deixá-la o mais distante possível do ninho, ocasião em que se convém retirá-la do aquário de reprodução.

Fases do desnvolvimento dos ovos no ninho do Trichogaster leeri.

Fases do desnvolvimento dos ovos no ninho do Trichogaster leeri.

O ninho com os ovos é cuidado permanentemente pelo macho que reforça a todo instante o ninho de bolhas. Os ovos têm uma coloração amarelo opaca e se desenvolvem rapidamente. Com apenas 48 horas eclodem e os alevinos recém nascidos promovem pequenos nados verticais até que consumam todo o conteúdo vitelino. O macho ampara e coleta com a boca os filhotes que caem do ninho e não conseguem retornar sozinhos, recolocando-os no ninho novamente.

Macho de Trichogaster leeri cuidando do ninho e protegendo os ovos.

Macho de Trichogaster leeri cuidando do ninho e protegendo os ovos.

Após 48 horas, os pequenos peixes, com cerca de 3 mm, já consumiram todo o teor do saco vitelino e inicial o nado em posição horizontal em busca de alimento. Neste momento é interessante que seja retirado o macho do aquário de reprodução, uma vez que os filhotes já se tornaram independentes. A coleta do macho pode ser feita com a mão do aquarista, pois a rede de coleta pode capturar também alguns filhotes.

Filhotes de Trichogaster leeri com cerca de 36 horas de vida.

Filhotes de Trichogaster leeri com cerca de 36 horas de vida.

A alimentação do filhotes deve ser o mais variada possível, compondo-se especialmente de microorganismos vivos tais como: infusórios, microvermes, náuplios de artêmia recém eclodidos, rotíferos etc. Pode-se ainda complementar a alimentação dos alevinos com gema de ovo cozida (diluída em água e despejada diretamente no recipiente dos filhotes), com ração em pó para alevinos etc., mas estes alimentos sujam excessivamente a água, pelo que se convém oferecer-lhes em porções muito moderadas.

Os filhotes crescem rapidamente, se bem alimentados, com cerca de 3 meses já adquirem o tamanho comercial de aproximadamente 7,00 cm.

O casal reprodutor recupera-se bem do stress da reprodução, estando pronto para reproduzir novamente após 10 a 20 dias.

 

 

Linda Phyllomedusa nordestina!

•agosto 3, 2008 • Deixe um comentário

Texto e fotos: Rogério Suzart

Depois de muitas viagens exploratórias pela bacia do Rio São Francisco, em junho de 2008 tive uma feliz surpresa, quando, olhando mais atentamente para o que normalmente não dava a mínima atenção, percebi uma das criaturas mais lindas e simpáticas que já tive contato: as Phyllomedusas.

Jovens exemplares de Phyllomedusa nordestina

Jovens exemplares de Phyllomedusa nordestina

Durante tantas viagens pelo sertão da Bahia-Brasil para conhecer e apreciar os biótopos dos Killifishes (peixes da família Rivulidae, que têm ciclo de vida anual), mesmo com toda curiosidade que tenho como amante da natureza e tentando admirar o ecossistema como um todo, sempre tive como foco principal os killifishes, que me deixava meio cego para outras maravilhas.

Ponte sobre o Rio São Francisco, em Ibotiraba-Bahia-Brasil

Ponte sobre o Rio São Francisco, em Ibotiraba-Bahia-Brasil

Assim, foi com muita alegria que percebi pequenos exemplares de Phyllomedusa nordestina numa das poças conhecidas do Simpsonichthys adornatus, um dos muitos killifishes da região.

Simpsonichthys adornatus que vive em simpatria na mesma poça onde as Phyllomedusas vive suas primeiras fases de vida.

Killifish: Simpsonichthys adornatus que vive em simpatria na mesma poça onde as Phyllomedusas vive suas primeiras fases de vida.

Esta linda criaturinha da família Hylidae, possui apenas 3,0 a 4,0 cm e apresenta uma linda coloração composta na sua maioria de verde limão, que cobre todo o dorso do animal, branco no abdome, e laranja com listras negras nas porções internas das patas traseiras e dianteiras. Apesar da coloração verde ser o que mais chama atenção neste animal, percebi que eles têm a capacidade de praticar mimetismo, adquirindo diversos tons de verde (desde o limão até o verde-musgo) e alcançando até o marrom, de acordo com a superfície onde estejam. Esta capacidade de se mimetizar, aliado ao fato de se movimentarem muito lentamente num padrão parecido com os bicho-preguiça (gêneros Bradypus e Choloepus), faz com que estas pererecas se tornem praticamente invisíveis aos seus predadores. São encontradas em grande parte do semi-árido do nordeste do Brasil, com sutis diferenças entre as diversas populações.

Phyllomedusa nordestina fazendo mimetismo, com diferentes padrões de cor.

Phyllomedusa nordestina fazendo mimetismo, com diferentes padrões de cor.

Possuem hábitos arborícolas e permanecem a maior parte da vida nos galhos das árvores, entre 1 e 5 metros de altura. Na ocasião não percebi vocalização, pois este animal são noturnos e tive contato com eles no início da tarde, quando o sol ainda era bastante intenso. Porém, apresentam vocalização discreta com um padrão rouco e grave, parecido com um “tróóc-tróóc” (Freitas e Silva, 2007).

Durante todo o dia estes animais normalmente permanecem imóveis sobre folhas ou troncos com coloração idêntica a estas superfícies, de modo que realmente foi uma grande sorte percebe-los nas margens do biótopo, que era uma grande poça, com aproximadamente 500 m de comprimento e apenas 10 metros de largura em seu ponto mais largo. Esta poça, localizada na margem esquerda do Rio São Francisco, tinha cerca de 0,60 m de profundidade e temperatura entre 22 e 28ºC. Tinha ainda suas margens infestadas por vegetação composta essencialmente de Echinodorus sp., cujas robustas folhas, fora a água, servem de abrigo aos ovos das Phyllomedusas. Ainda nas margens da poça, mas desta vez fora da água, a vegetação comum da caatinga, espinhosa e de cerca de 4 metros, deveria abrigar diversas Phyllomedusas repousando até a próxima noite, quando saem para se alimentar e reproduzir.

Poça onde a Phyllomedusa nodestina desova e vive sua primeira fase de vida.

Poça onde a Phyllomedusa nodestina desova e vive sua primeira fase de vida.

Como estas pererecas se reproduzem em poças sazonais onde os killifishes vivem, encontrei inicialmente alguns exemplares de Phyllomedusa ainda imagos dentro da água (girinos), onde apresentavam coloração pardo leitosa com ocelos negros na longa cauda. Aos poucos, durante seu desenvolvimento dentro da água vão se tornando verdes, até saírem definitivamente da água, quando então se apresentam já completamente verdes. Após observar os primeiros girinos em diversas fases de desenvolvimento (já com as 4 patas formadas, mas ainda com cauda), prestei mais atenção, e nas folhas das margens da poça, ainda sobre a água, percebi algumas jovens e lindas Phyllomedusas.

Fases de desenvolvimento da Phyllomedusa nordestina

Fases de desenvolvimento da Phyllomedusa nordestina

Assim, após esta surpresa, apesar de um grande curioso e apaixonado pela natureza, lembrei que já havia me deparado com os girinos desta espécie muitas vezes em excursões anteriores, mas nunca tinha dado a devida atenção. Isto demonstra o quanto a falta de conhecimento nos cega para muitas maravilhas e surpresas da natureza.

Acredito realmente que a falta de conhecimento seja um dos maiores riscos para a natureza em geral, pois sem este, os homens continuaram destruindo e depredando, muitas vezes sem ao menos terem noção do mal que causam à natureza e a si próprios em conseqüência.

Enfim, a experiência que tive com estes animais lindos e dóceis, abriu meus olhos, tornando-me um novo amante e defensor não somente dos killifishes, mas agora também do rico mundo da herpetologia e da natureza em geral!

Esta linda perereca é criada como hobby em todo o mundo, onde são chamadas popularmente de rãs-macaco. No Brasil, sua criação ainda é proibida pelos órgãos governamentais, como acontece com muitos outros répteis, anfíbios, aves e até insetos brasileiros.

Exemplar adulto de Phyllomedusa nordestina

Exemplar adulto de Phyllomedusa nordestina

Infelizmente esta proibição, aliada com políticas de educação deficientes (que não incentivam pesquisas e o desenvolvimento da ciência entre jovens, nas escolas e universidades) e com a falta de fiscalização, acabam por fortalecer o contrabando de animais silvestres e fomentando a ilegalidade, enquanto mantém na clandestinidade muitos pesquisadores sérios, amantes da natureza. Muitos animais nacionais são criados amplamente no exterior e explorados científicamente, enquanto no Brasil, pouco ou nada se sabe sobre eles…

Referêcias:

FREITAS, Marco Antônio de; SILVA, Thais Figueiredo Santos. Guia Ilustrado: a herpetologia das caatingas e Áreas de altitude do nordeste brasileiro. Pelotas: USEB, 2007.

 

 

Sejam bem vindos!

•julho 30, 2008 • Deixe um comentário

Prezados amigos,

Estamos iniciando as atividades do nosso novo blog: “AquaBioBrasil”.
Aqui estaremos escrevendo sobre aquariofilia, expedições e visitas a biótopos, répteis e anfíbios, além de nossas experiências e pesquisas nesse incrível mundo.

Contamos com a participação de todos!!!

Cláudio Pires e Rogério Suzart

 

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Porque escolher um peixe como animal de estimação.

•julho 30, 2008 • Deixe um comentário

 Texto CLAUDIO PIRES / Fotos www.aquariumdesigngroup.com/

Muitas vezes as pessoas têm vontade de ter um animal de estimação, para si, ou para o filho que está doido para ter um bichinho, mas não sabe o que escolher por inúmeras razões. E realmente essa escolha deve ser bem pensada.
Existem vários fatores que devem ser observados: o tempo que você vai ter para cuidar do seu amiguinho, o espaço que você tem em casa, o investimento que você tem disponível no momento, se você viaja muito, se você tem criança em casa e qual a idade e o temperamento dela. Esses são alguns dos fatores.

Se você optar por um cão, gato ou uma ave saiba que terá que ter um bom espaço, e tem que ter tempo para estar com eles. Alguns cães, além de atenção, precisam de bastante exercício. Se você escolher uma raça de cachorro ou gato de pêlo longo, terá que ter um tempo para escovação dessa pelagem. Qualquer um desses animais tem que ir periodicamente ao médico veterinário para fazer exames de rotina, algumas vezes por emergências. Você tem que ter cuidados de limpeza com o ambiente da sua residência e com o lugar onde o animal fica. Algumas vezes ainda temos problemas comportamentais desde roídas nos móveis até agressividade do animal para com os donos e/ou, visitantes. Isso talvez só se resolva com adestramento.

A maioria das aves gritam muito, talvez você tenha problemas com vizinhos. Temos que ter cuidados também com algumas doenças que esses animais podem nos transmitir. É uma série de fatores a serem observados, além do que você tem deve ter um caixa para todas essas despesas.
Depois de pensar em tudo isso, algumas pessoas desistem de ter um animal em casa, ou deixam o filho triste por não ter feito a vontade dele.
Daí vem à pergunta: Por que não optar por comprar um aquário e ter um peixinho como animal de estimação? 

 

Alguns vão dizer que com peixe você não tem um contato direto, outros que o aquário dá muito trabalho, outros vão pensar que quando viajarem não vai ter quem cuide e até que os peixes morrem facilmente.

Existem alguns mitos em torno dos aquários e dos peixes ornamentais que precisam ser explicados e extinguidos.

O mercado aquariófilo, assim como todo mercado “Pet”, se modernizou e muito, ao passo de que se a pessoa quiser pode instalar um mini computadorzinho ou até mesmo ligar um aparelhinho e conectar no seu PC. Este aparelho faz quase tudo por você. Lógico que isso ainda não é barato, mas existem outras soluções.

Existem tipos de filtragens que garantem que você tenha uma água limpa por um bom tempo. Existem também, condicionadores de água que eliminam impurezas da água, evitam doenças e aumentam o tempo de manutenção.

Ou seja, digamos que você talvez precise no máximo de 15 minutos de duas em duas semanas para fazer alguma manutenção no seu aquário. Algumas vezes pode se estender até por um mês, se você usar condicionadores e seguir algumas orientações como: não colocar alimentos em excesso no seu aquário para que não fiquem sobras, não lotar seu aquário de peixes, e ter atenção com a limpeza do seu filtro.

Você não deve tirar tudo do seu aquário para limpar. Não tem que tirar o cascalho para esfregar, não deve trocar a água toda e não precisa tirar os peixes do aquário para fazer a manutenção.

Basta que você tire as algas que ficam nos vidros com uma bucha própria para aquário, ou limpador magnético que você encontrar nas casas do ramo. Depois você faz a sinfonagem da sujeira que fica no fundo, com a ajuda de um sinfonador, que você também encontra facilmente nas lojas de aquário. Você vai tirar no máximo 50% do volume de água dependendo do tempo que você tem para fazer as manutenções. Você pode tirar, por exemplo, 20% de 15 em 15 dias. Se você não tiver esse tempo, você pode usar algum condicionador que elimine impropriedades da água e daí tirar 50%, de 30 em 30 dias. (Lembrando-se sempre que você deve seguir algumas orientações para não cometer excessos de alimentação e peixes).

Faça também a manutenção do seu filtro. Trocar o perlom sempre que estiver sujo, e o carvão ativado de acordo com as especificações dos fabricantes.

 

 

Se você viaja muito e fica preocupado como vai alimentá-los, saiba que existem alimentdores automáticos que você programa para que eles soltem o alimento na hora que você quiser, ou então rações que duram de uma semana a quinze dias no aquário. Para acender e apagar as luzes você usa um timer.

 

Muitos peixes reconhecem o dono quando chegam em frente ao aquário. Ficam agitados quando você vai alimentá-los, se abrem, dão piruetas. Então, existe sim um contato com esses animais. Se você tiver os cuidados com manutenção e servir sempre alimentos de qualidade, eles vivem bastante tempo.

As doenças com peixes ornamentais você mesmo pode resolver com medicamentos oferecidos nas lojas de aquariofilia. No Brasil não existem médicos que atendem peixes ornamentais, ou são muito poucos. Mas geralmente o lojista sabe como resolver o problema e não lhe cobrará nada por essa ajuda.

Um aquário, além de ser um lindo objeto de decoração para sua casa, também é uma fonte de aprendizado para o seu filho. Cuidando do aquário ele vai aprender sobre biologia, física e química. Faça um teste conversando com um aquariofilista. Também terá contato com reprodução, acasalamento, até com a morte. Isso sem contar com o senso de responsabilidade que irá adquirir cuidando dos peixinhos.


Você também terá um momento de relaxamento em frente ao seu aquário. Imagine chegar cansado em casa do trabalho, sentar em frente ao seu aquário, colocar uma boa música e ficar relaxando vendo os peixes nadando calmamente. O relaxamento com os aquários é comprovado cientificamente.

Procure uma boa loja na sua cidade e comece a pensar em ter um peixinho como animal de estimação. Tenho certeza que você e sua família não se arrependerão. Só tenha um cuidado: não fique viciado e espalhe aquários por todos os cantos da casa.

Seguindo estes passos você não precisará de mais de vinte minutos para que seu aquário fique limpo e saudável.

 
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